05 e 06

Novembro

2020

Programação

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Clínicas em diálogo: Jornada preparatória para o IV Fórum Nacional de Clínicas Jurídicas

25/08 a 27/10 (terças-feiras)

Local: Transmissão ao vivo no canal do YouTube e Facebook

Data Horário Tema
25/08 19h00 - 20h00

Atuação em Rede: A potência da atuação conjunta entre clínicas e diversas práticas extensionistas

Renata Lazarte (PUC do Perú)

Ementa

Seria possível pensarmos em uma rede de clínicas e extensões atuando conjuntamente? Qual a potência de uma atuação conjunta para o cenário nacional de Clínicas e suas diversas atuações, em especial no que toca aos Direitos Humanos? Nesta oficina trataremos da construção da Red Latinoamericana de Clínicas Jurídicas, das atuações do grupo e as formas com que atuações coletivas podem contribuir para o fortalecimento das Clínicas no Brasil.
08/09 19h00 - 20h00

A Lei de Acesso à informação como instrumento para acesso a direitos

Laila Bellix, Vanessa Menegueti e Amanda Faria Lima (Instituto Governo Aberto) e Laura Salatino (Clínica de Direitos Humanos Luiz Gama)

Ementa

Desde de 2011, em virtude da aprovação da Lei de Acesso à Informação (Lei Federal 12.527), uma série de procedimentos foram criados para solicitação da informação e regras para seu atendimento. Inspiradas nesse movimento de abertura, aliando transparência com participação social, diversos países começaram a desenvolver iniciativas que apontassem a um governo, legislativo e, especialmente, uma justiça mais aberta. A oficina sobre acesso à informação, dados e participação para defesa de direitos busca debater esses casos e cenários a partir da necessidade e vivência de cada organização e pessoa, buscando instruir os participantes em noções e instrumentos, a partir de casos concretos, de acesso a informações para defesa de direitos em casos afeitos a Direitos Humanos.
22/09 19h00 - 20h00

Advocacy como estratégias de atuação em direitos humanos: Um olharentre Advocacia Popular e Clínicas

Mariana Prandini (Coletivo Margarida Alves) e Eloísa Machado (Clínica de Litigância Estratégica da FGV SP)

Ementa

O que é advocacy? Em quais casos pode ser utilizado? É possível a atuação em advocacy em Direitos Humanos a partir de coletivos como Clínicas Jurídicas? Esta oficina tem por objetivo apresentar aos participantes instrumentos básicos para atuação com advocacy em nível municipal, estadual e federal por meio de casos apresentados pelos mediadores das oficinas. O objetivo é munir os participantes com ferramentais mínimos, para além de materiais para consulta posterior, sobre as parcerias a serem firmadas, as estratégias para atuação, as formas de atuação em advocacy para casos afeitos aos Direitos Humanos.
06/10 19h00 - 20h00

Liderança: Conceito chave para a atuação a partir de Clínicas de Direitos Humanos

Margarida Garcia (Universidade de Ottawa) e José Garcez Ghirardi (FGV Direito SP)

Ementa

No Direito e na vida, o que nos impede de ter a coragem de ser, de humanizar, de imaginar, de inovar? Nesta oficina, será proposto um modelo ontológico de liderança onde ela é entendida como a liberdade de ser e de agir. Este modelo é transformador no sentido em que é contra: o extrativismo ontológico - onde deixamos certas lógicas e práticas institucionais esvaziarem o nosso ser (profissional) da sua criatividade, do seu poder, do seu potencial, da sua experiência sentida - e o desperdício da liberdade - liberdade de procurar a melhor solução, a liberdade de decidir, a liberdade de promover a emancipação (a nossa e a dos outros).
13/10 19h00 - 20h00

Como utilizar a mídia para produzir impacto social

Juliana Cesário Alvim (UFMG) e Amanda Kamanchek (Think Olga)

Ementa

As mídias e redes sociais podem ser espaços importantes a serem ocupados por Clínicas Jurídicas e outras iniciativas em Direitos Humanos? Como fazê-lo? Quais os requisitos, desafios e riscos na atuação com a mídia e redes sociais? Elas podem ser uma ferramenta para o ensino Clínico?
20/10 19h00 - 20h00

Captação de recursos na atuação com Direitos Humanos

Ana Alfinito (Oak Foundation) e Pedro Hartung (Alana)

Ementa

Esta oficina tem por objetivo pensar formas de captação de recursos e a atuação em Clínicas Jurídicas. Quais as formas de captação possíveis? Quais os requisitos básicos de um projeto de captação? Qual a estrutura necessária para a captação de recursos por parte de uma iniciativa de Clínica Jurídica? Quais os desafios éticos da atuação com recursos advindos de outras instituições?
27/10 19h00 - 20h00

Gamificação como método de educação em Direitos Humanos

Elisa Colares (CNJ) e Janaína Gomes (Clínica de Direitos Humanos Luiz Gama)

Ementa

Jogos podem ser formas de atuação Clínica? A tendência de gamificação pode servir aos objetivos de transformação das salas de aula propostas pelo ensino clínico? Esta Oficina, a partir da apresentação de dois jogos em Direitos Humanos, tem por objetivo dar a conhecer mecanismos básicos de transformação de conteúdos em jogos, bem como auxiliar os participantes a identificarem, em casos concretos, quais as formas de utilização de games em suas práticas como, por exemplo: a) tornar o conteúdo jurídico e de direitos mais acessível à população; b) como forma de tornar o aprendizado para estudantes da área mais lúdico e intuitivo; c) para sensibilizar pessoas sobre determinados casos de violações a direitos humanos.

IV Fórum Nacional de Clínicas Jurídicas

05/11 (Quinta-Feira)

Local: O evento será realizado virtualmente pela plataforma ZOOM e link de acesso será enviado previamente por e-mail aos inscritos

Horário Tema
08h00 - 09h30

ST2 - Clínica Jurídica e Direitos Humanos nos Campos da Migração e do Trabalho Digno

Carolina Spack Kemmelmeier e Anelize Maximila Corrêa

Ementa

Buscamos promover o diálogo entre clínicas jurídicas (consolidadas e em formação) e grupos que atuem em diálogo com o modelo clínico, como projetos de extensão, grupos de pesquisa, escritórios modelos, disciplinas curriculares e outras formas de trabalho que tenham como parte de suas atividades o tema dos direitos humanos em sua interface com as migrações e/ou o trabalho digno em suas variadas possibilidades. Observa-se no território brasileiro um cenário de contradições entre o discurso jurídico do trabalhador em geral e do migrante como sujeito de direitos e a realidade de violações e retrocessos, seja por parte dos Estado, seja dos atores privados, com intensificação da xenofobia e do repúdio aos direitos humanos. Desse modo, por meio do compartilhamento de experiências se espera construir um ambiente favorável para a formação de redes que permitam a consolidação dos temas da migração e do trabalho digno em sua interface com os direitos humanos no cenário do ensino jurídico, bem como das possibilidades de advocacy. Assim, em caráter meramente exemplificativo, são especialmente bem-vindos trabalhos sobre: a) as possibilidades de atendimento sócio jurídico de migrantes e trabalhadores em geral e suas articulações com o ensino, extensão e pesquisa; b) as práticas de interlocução para o mapeamento de pontos de vulnerabilidade e demandas desses sujeitos no território de atuação da clínica/grupo; c) as contribuições da clínica jurídica para a construção e aperfeiçoamento de políticas públicas no campo dos direitos humanos, fluxos migratórios e acesso ao trabalho digno.

Apresentações

1. Migración en el contexto colombiano: perspectivas desde la educación legal clínica.

Autor(a) principal: Gracy Pelacani (Uniandes)

2. A experiência do ProMigra como prática extensionista de atendimento jurídico à população migrante em São Paulo.

Autor(a) principal: Vitor Bastos Freitas de Almeida (USP)

3. Clínica de Enfrentamento ao Trabalho Escravo da Universidade Federal de Uberlândia e trabalhadores haitianos: relatos de experiência a partir do direito a um projeto de vida.

Autor(a) principal: Catharina Lopes Scodro (USP e UFU)

4. A Clínica de Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas da Universidade Federal de Minas Gerais.

Autor(a) principal: Luiza Camilo de Souza (UFMG)

5. Mapeamento de políticas públicas estaduais e municipais de direitos humanos em Recife/PE no acolhimento humanitários aos imigrantes venezuelanos.

Autor(a) principal: Vanessa Alexsandra de Melo Pedroso (UNICAP)

08h00 - 09h30

ST3 - Diálogos Interinstitucionais e Direitos Humanos

Luciana Santos Silva e João Paulo Fernandes de Souza Allain Teixeira

Ementa

O objetivo da presente sessão temática é debater experiências teóricas e práticas na tutela de direitos humanos a partir do ensino, pesquisa e extensão com fulcro na colaboração entre instituições. A construção teórica e as intervenções práticas na seara dos direitos humanos vêm exigindo a integração de saberes e experiências com base em uma visão multifocal que se traduz tanto na necessidade da multidisciplinariedade como também no diálogo interinstitucional com vistas à prevenção e combate de violações. Nesse sentido, as Clínicas Jurídicas e demais entidades que atuam no campo dos direitos humanos vêm construindo parcerias acadêmicas entre si e, também, com o Estado, ONGs, organismos internacionais e movimentos sociais. Esta sessão é relevante na medida em que visa fortalecer as parcerias firmadas em nome dos Direitos Humanos por meio do intercâmbio de práticas colaborativas.

Apresentações

1. Processo de virtualização da Clínica de Direitos Humanos da UESB durante a pandemia da COVID-19 e o fortalecimento dos diálogos interinstitucionais.

Autor(a) principal: Raquel Duplat (UESB)

2. A importância da interseção entre as Clínicas Jurídicas, a Defensoria Pública e outras instituições para a efetivação do acesso à justiça.

Autor(a) principal: Pablo Esteban Fabricio Caballero (UNIOESTE)

3. Clínica em Direitos Fundamentais: um relato.

Autor(a) principal: Juliana Antunes (FGV RIO)

09h00 - 10h30

ST1 - Acesso à Justiça e Gênero nas Clínicas Jurídicas

Marina Gonçalves Garrote e Susana Henriques da Costa

Ementa

Partindo da definição de Scott (1995), consideramos gênero como um elemento constitutivo de relações sociais baseadas nas diferenças percebidas entre os sexos e como uma forma primária de dar significado às relações de poder. A partir dessa definição, busca-se refletir na presente sessão sobre o efeito do gênero nas relações sociais e institucionais, assim como o gênero como um dos campos no qual ou por meio do qual se articula o poder. Mais especificamente, busca-se analisar os efeitos da desigualdade de gênero nas experiências de acesso à justiça, concebendo-se o acesso à justiça enquanto direito social, demandando a realização de escolhas redistributivas (Gabbay, da Costa e Asperti, 2019). É incentivado o envio de trabalhos que discutam práticas das instituições de justiça envolvendo questões de gênero, processos de afirmação de direitos ligados a gênero no acesso à justiça, efeito do gênero nas relações sociais e institucionais no sistema de justiça e no acesso à justiça, relação entre gênero e poder no acesso à justiça, relatos de experiências de grupos com atuação no acesso à justiça de mulheres e pessoas LGBT. GABBAY, D. M.; DA COSTA, S. H.; ASPERTI, M. C. A. Acesso à justiça no brasil: reflexões sobre escolhas políticas e a necessidade de construção de uma nova agenda de pesquisa. Revista Brasileira de Sociologia do Direito, v. 6, n. 3, 1 set. 2019 SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e Realidade, v. 20 n.2, jul./dez 1995.

Apresentações

1. Acesso à Justiça e o olhar de gênero na atuação do Núcleo de Práticas Jurídicas da Unioeste no Direito de Família.

Autor(a) principal: Geisele do Nascimento Andrade (UNIOESTE)

2. O controle dos corpos no cárcere: os procedimentos administrativos disciplinares na Ala LGBT mineira.

Autor(a) principal: Júlia Silva Vidal (UNB e UFMG)

3. Clínicas Jurídicas de Direitos LGBT nos Estados Unidos e no Brasil: Ampliando a Proteção dos Direitos LGBT.

Autor(a) principal: Jonathan Maicon Francisco (UFSC e UEA)

4. Projeto Nascer em Santarém: um instrumento potencializador de informações com vistas a garantir o acesso à justiça.

Autor(a) principal: Andreza Lopes Leão (UFOPA)

5. Acesso à Justiça e o direito de ser mãe: o papel da advocacia clínica na disputa de narrativas.

Autor(a) principal: Isabella de Araújo Bettoni (UFMG)

10h00 - 11h30

ST4 - Institucionalização das Clínicas Jurídicas no Brasil: Aproximações com Experiências Curriculares

Fernanda Brandão Lapa e Silvia Maria da Silveira Loureiro

Ementa

Após a redemocratização, o Brasil passou por reformas curriculares no curso de graduação em Direito. Se é certo que os novos currículos dos cursos jurídicos abandonaram o paradigma dogmático de ensino, não é menos certo que a experiência da prática jurídica se tornou, progressivamente, uma via de assistencialismo, absorvendo a gigantesca demanda por acesso à Justiça das pessoas hipossuficientes, que as Defensorias Públicas não davam conta de atender em razão de suas condições de mão de obra e infraestrutura. Em consequência, abandonou-se, ano após ano, pela pressão da carga de trabalho nos núcleos de prática, a razão de sua própria existência, qual seja, o ensino prático do direito. Como uma via alternativa, desenvolve-se no Brasil, a partir da primeira década do século XXI, a busca pela implantação do ensino jurídico clínico, a fim de se recuperar uma prática focada na aprendizagem e na formação comprometida da(o) estudante de Direito com a realidade em que vive. Consolidando o movimento da educação clínica aplicada ao Direito no Brasil, em 2018, pela primeira vez, o termo Clínicas é mencionado no artigo 7º. das Novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para o Direito, aprovadas por meio da Resolução nº. 5, de 17/12/2018, da CES/CNE do Ministério da Educação. A presente Sessão Temática acolherá, dentre outras experiências, trabalhos relacionados com experiências clínicas de institucionalização, tais como sua previsão em disciplina da prática jurídica, formalização de projetos de pesquisa e extensão e o movimento Empresa Júnior, outro modelo de extensão regulamentada pela lei nº13.267/2016.

Apresentações

1. Encontro virtual de Clínicas de Direitos Humanos: construindo pontes em meio à pandemia de COVID-19.

Autor(a) principal: Linara Oeiras Assunção (UNIFAP)

2. Interfaces entre Clínicas Jurídicas e Núcleos de Prática Jurídica: abismos entre teoria e prática no contexto brasileiro

Autor(a) principal: Natalia Martinuzzi Castilho (UNICAP)

3. A experiência da Clínica Laboratório de Assessoria Jurídica para Resolução Consensual de Conflitos (LACONF) da FGV Direito RIO.

Autor(a) principal: Cristiane Dias Carneiro (FGV RIO)

4. A busca pela institucionalização da clínica Educação para a Justiça na Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Autor(a) principal: André Pagani de Souza (Mackenzie/SP)

10h00 - 11h30

ST6 - Metodologias Clínicas de Ensino do Direito: Entre Impactos Pedagógicos e Sociais (segunda sessão)

Taysa Schiocchet, Luanna Tomaz de Souza e André Pacheco Mendes

Ementa

É fato que a ruptura com o modelo tradicional de ensino do direito e a potencialização do papel das universidades na promoção de justiça social via ensino-pesquisa-extensão encontra nas metodologias experienciais das clínicas jurídicas um potente instrumento. Seja pela via da formação crítica, seja pela concretização de direitos. A questão é saber qual a extensão ou alcance desses impactos. E mais: como podemos mensurá-los de modo a qualificar a atuação das clínicas jurídicas. Nesse contexto, a presente ST tem por objetivo receber trabalhos que discutam os impactos tanto pedagógicos (i) quanto sociais (ii) das metodologias clínicas e seus respectivos resultados. Em outras palavras, trabalhos que analisem em que medida as inovações metodológicas transcontinentais no ensino clínico do Direito se configuram instrumentos realmente capazes de, por um lado, aportar uma prática jurídica crítica ao corpo discente (por meio do desenvolvimento de hard/soft skills, por exemplo) e, por outro lado, impactar positivamente a sociedade via concretização de direitos fundamentais. Diante disso, a ST privilegiará trabalhos que analisem diferentes práticas que constituem a atuação da clínica jurídica, a partir de parâmetros como formas de regulação e institucionalização, diferentes metodologias e estratégias, e, sobretudo, a qualidade da participação docente/discente/social, bem como os resultados alcançados.

Apresentações

1. Enfrentamento e prevenção do assédio sexual no ambiente universitário.

Autor(a) principal: Paola Hakenhaar (UFPR)

2. Ensino Jurídico a partir do protagonismo discente: uma experiência da Frente de Moradia do Núcleo de Ensino Clínico em Direitos Humanos da PUC-Campinas.

Autor(a) principal: Suzana Maria Loureiro Silveira (PUCCAMP)

3. As discriminações na Universidade Federal do Pará e a atuação estratégica da Clínica de Atenção à Violência.

Autor(a) principal: Dielly de Castro Silva (UFPA)

4. O papel das Clínicas de Direitos Humanos nas faculdades de Direito e o caso do reconhecimento do direito ao cultivo de maconha para uso medicinal.

Autor(a) principal: Taís Alvim Vasconcellos (UFJF)

13h00 - 14h30

ST5 - Metodologias Clínicas: Advocacia Pro Bono, Construção de Redes e Articulação de Atores (segunda sessão)

Octavio Sampaio Azevedo, Rebecca Groterhorst, Júlia Silva Vidal e Andressa Freitas Martins

Ementa

A partir da noção de litígio estratégico, clínicas jurídicas buscam atuar de maneira sistêmica sobre uma questão com relevância política, social ou cultural, utilizando-se de múltiplas ferramentas que dependem, também, do alinhamento com outros atores envolvidos. Nesses casos, a metodologia clínica de atuação em direitos humanos envolve, portanto, a formação de vínculos com seu público-alvo e também com parceiros envolvidos nas estratégias para efetivação de direitos. Nesse contexto, a advocacia pro bono, entendida como o trabalho voluntário e gratuito em prol daqueles que não dispõem de recursos financeiros para pagar um(a) advogado(a), mostra-se uma importante ferramenta, não só na efetivação de direitos, como também na aproximação com o público-alvo e potenciais parceiros na sociedade civil. Assim, o objetivo da ST é discutir a mobilização de atores e construção de redes, tendo em mente a ideia de que a prática clínica não pode se distanciar da realidade social e, em especial, como a advocacia pro bono pode auxiliá-la nesse sentido. No que toca à mobilização do público alvo, busca-se entender práticas de escuta ativa e sensibilizada, bem como os desafios na construção de uma relação de confiança. Quanto ao aspecto da construção de redes, a finalidade é discutir parcerias estratégicas no tratamento de um problema jurídico, bem como formas de inserção em espaços constituídos, comunicação estratégica e engajamento. Em ambos, a atuação conjunta com advogados(as) pro bono pode contribuir para esses processos, permitindo, ainda, a ressignificação da função social de advogados(as) e estudantes de Direito.

Apresentações

1. De que forma a articulação entre clínicas jurídicas e as estruturas do internato médico pode contribuir para uma abordagem sistêmica em casos bioéticos?

Autor(a) principal: Suéllyn Mattos de Aragão (UFPR)

2. Clínica de Acesso à Justiça e Educação nas Prisões da Universidade Federal do Paraná.

Autor(a) principal: André Ribeiro Giamberardino (UFPR)

3. A promoção da justiça restaurativa por meio das atividades do Núcleo de Estudos e Defesa de Direitos da Infância e da Juventude: uma forma de efetivação dos Direitos Humanos.

Autor(a) principal: Raquel Blankenheim de Brito Keller (UNIOESTE)

4. Parcerias Interdisciplinares: estudo sobre a efetivação do projeto “Medidas Socioeducativas: alternativas e formação dos jovens em conflito com a lei” diante de práticas colaborativas.

Autor(a) principal: Giulia Muffato Salomão (UFLA)

5. Advocacia Pro Bono: Instituto viabilizador do direito humano de acesso à justiça.

Autor(a) principal: Caroline Ferri Burgel (UCS)

13h00 - 14h30

ST7 - Metodologias Ativas e o Ensino Clínico do Direito (segunda sessão)

Cristina Figueiredo Terezo Ribeiro e Valena Jacob

Ementa

A metodologia do ensino clínico demonstra uma preocupação em ensinar o Direito mediante o estudo e a definição de diferentes estratégias de litígio em torno de um caso complexo e difícil, fazendo com que o discente torne-se protagonista do caso na eleição das ações a serem conduzidas. Pela observação das metodologias empregada por diversas Clínicas, principalmente aquelas executadas no âmbito da Rede Amazônica de Clínicas, verifica-se que elas foram criadas com a finalidade de promover a capacitação e qualificação dos discentes, para a atuação prática na área dos Direitos Humanos, contribuindo com a formação de uma consciência social, a partir da qual conceba o Direito como uma ferramenta de mudança social e de promoção de políticas públicas. Com efeito, elas são criadas com o intuito de oferecer apoio jurídico à movimentos sociais e organizações públicas, serviços de consultoria jurídica, formação e capacitação e desenvolvimento de pesquisas. A educação clínica representa uma filosofia e uma prática pedagógica, cujo método de ensino pressupõe interatividade e o fazer para aprender, como já comentado. Portanto, suas metodologias podem apresentar vários aspectos: resolução de problemas; análise jurídica e raciocínio jurídico; identificar e pesquisar temas jurídicos; investigação de fatos; habilidade de oratória; assessoria jurídica; negociação e mediação; conhecimento de procedimentos de litígio e resoluções extrajudiciais de controvérsias; organização e gerenciamento das atividades profissionais; identificar e resolver questões éticas da profissão. Diante de tal diversidade, a presente sessão temática objetivo debater as metodologias utilizadas pelas Clínicas Jurídicas, com o objetivo de caracterizar os modos de integração entre teoria e prática, especificando as metodologias ativas demandados pela Resolução n. 05 de 17 de dezembro de 2018, que instituiu as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Direito.

Apresentações

1. Nota técnica conjunta e direito à consulta: experiência da Clínica de Desenvolvimento Sustentável da FGV Direito SP.

Autor(a) principal: Juliana Reimberg (FGV SP)

2. A Contribuição da convenção de Cingapura sobre mediação para o desenvolvimento econômico e consequente efetivação dos Direitos Humanos.

Autor(a) principal: Sheila Renata Alves Vieira (Escola Brasileira de Direito - EBRADI/SP)

3. Diálogos entre a Clínica de Direitos Humanos da UNIFAP e o Poder Judiciário: a justiça restaurativa no Amapá como instrumento para a educação em Direitos Humanos.

Autor(a) principal: Helena Cristina Guimarães Queiroz Simões (UNIFAP)

4. Critérios norteadores para orientação jurídica aos adolescentes previamente ao cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto ao CREAS - Foz do Iguaçu/PR.

Autor(a) principal: Patrícia da Jornada Pivoto (UNIOESTE)

16h00 - 16h30

Abertura do IV Fórum Nacional de Clínicas

Comissão Organizadora, Guilherme Almeida (Associação Nacional de Direitos Humanos, Pesquisa e Pós-Graduação), Oscar Vilhena Vieira (Diretor da Escola de Direito da FGV) e Celso Campilongo (Vice-Diretor da FD-USP)

16h30 - 18h00

Conferência de abertura: Por Outros Olhares sobre o Direito - Atuação desde a Prática Jurídica Indígena e Quilombola

Samara Pataxó (Assessora jurídica de Organizações Indígenas) e Vercilene Dias (CONAQ/ Terra de Direitos)

19h00 - 20h00

Mesa de conferência: Pensando o futuro da educação jurídica clínica - Parte 1

Jayesh Rathod (American University, Washington College of Law)

20h45 - 21h45

Mesa de conferência: Pensando o futuro da educação jurídica clínica - Parte 2

Cecília Santos (University of San Francisco)

06/11 (Sexta-Feira)

Local: O evento será realizado virtualmente pela plataforma ZOOM e link de acesso será enviado previamente por e-mail aos inscritos

Horário Tema
09h00 - 10h30

ST5 - Metodologias Clínicas: Advocacia Pro Bono, Construção de Redes e Articulação de Atores

Octavio Sampaio Azevedo, Rebecca Groterhorst, Júlia Silva Vidal e Andressa Freitas Martins

Ementa

A partir da noção de litígio estratégico, clínicas jurídicas buscam atuar de maneira sistêmica sobre uma questão com relevância política, social ou cultural, utilizando-se de múltiplas ferramentas que dependem, também, do alinhamento com outros atores envolvidos. Nesses casos, a metodologia clínica de atuação em direitos humanos envolve, portanto, a formação de vínculos com seu público-alvo e também com parceiros envolvidos nas estratégias para efetivação de direitos. Nesse contexto, a advocacia pro bono, entendida como o trabalho voluntário e gratuito em prol daqueles que não dispõem de recursos financeiros para pagar um(a) advogado(a), mostra-se uma importante ferramenta, não só na efetivação de direitos, como também na aproximação com o público-alvo e potenciais parceiros na sociedade civil. Assim, o objetivo da ST é discutir a mobilização de atores e construção de redes, tendo em mente a ideia de que a prática clínica não pode se distanciar da realidade social e, em especial, como a advocacia pro bono pode auxiliá-la nesse sentido. No que toca à mobilização do público alvo, busca-se entender práticas de escuta ativa e sensibilizada, bem como os desafios na construção de uma relação de confiança. Quanto ao aspecto da construção de redes, a finalidade é discutir parcerias estratégicas no tratamento de um problema jurídico, bem como formas de inserção em espaços constituídos, comunicação estratégica e engajamento. Em ambos, a atuação conjunta com advogados(as) pro bono pode contribuir para esses processos, permitindo, ainda, a ressignificação da função social de advogados(as) e estudantes de Direito.

Apresentações

1. O Innocence Project Brasil e o envolvimento de estudantes para a criação de uma visão crítica sobre os erros judiciários.

Autor(a) principal: Ana Luiza Villela de Viana Bandeira (Innocence Project)

2. A importância da construção em rede para garantia de direitos via judicialização de demandas: a experiência do “Projeto de Resolução de Conflitos de Migrantes e Refugiados”.

Autor(a) principal: Vitor Bastos Freitas de Almeida (USP)

3. Implementação da advocacia pro bono: a democratização do acesso à justiça no Brasil.

Autor(a) principal: Carolina de Souza Malavazi (PUCCAMP)

4. Pasantías para promover los derechos de identidad: lograr la sostenibilidad mediante el compromiso de los estudiantes.

Autor(a) principal: Lucía Santos Peralta (PUC Perú)

5. GUÍA JURÍDICA BÁSICA FRENTE AL COVID-19: Acción Conjunta de las Clínicas Jurídicas de las Universidades españolas de Alcalá, Pontificia Comillas ICADE, Deusto, Europea de Madrid, Miguel Hernández, Oviedo, País Vasco/Euskal Herriko Unibertsitatea, Salamanca, València y Valladolid.

Autor(a) principal: Antonia Durán Ayago (Universidad de Salamanca)

09h00 - 10h30

ST6 - Metodologias Clínicas de Ensino do Direito: Entre Impactos Pedagógicos e Sociais

Taysa Schiocchet, Luanna Tomaz de Souza e André Pacheco Mendes

Ementa

É fato que a ruptura com o modelo tradicional de ensino do direito e a potencialização do papel das universidades na promoção de justiça social via ensino-pesquisa-extensão encontra nas metodologias experienciais das clínicas jurídicas um potente instrumento. Seja pela via da formação crítica, seja pela concretização de direitos. A questão é saber qual a extensão ou alcance desses impactos. E mais: como podemos mensurá-los de modo a qualificar a atuação das clínicas jurídicas. Nesse contexto, a presente ST tem por objetivo receber trabalhos que discutam os impactos tanto pedagógicos (i) quanto sociais (ii) das metodologias clínicas e seus respectivos resultados. Em outras palavras, trabalhos que analisem em que medida as inovações metodológicas transcontinentais no ensino clínico do Direito se configuram instrumentos realmente capazes de, por um lado, aportar uma prática jurídica crítica ao corpo discente (por meio do desenvolvimento de hard/soft skills, por exemplo) e, por outro lado, impactar positivamente a sociedade via concretização de direitos fundamentais. Diante disso, a ST privilegiará trabalhos que analisem diferentes práticas que constituem a atuação da clínica jurídica, a partir de parâmetros como formas de regulação e institucionalização, diferentes metodologias e estratégias, e, sobretudo, a qualidade da participação docente/discente/social, bem como os resultados alcançados.

Apresentações

1. A Clínica de Mediação da FGV e a busca por impacto social com o uso da tecnologia.

Autor(a) principal: Maria Cecília de Araujo Asperti (FGV SP)

2. As Clínicas Jurídicas Integradas na Extensão Universitária: a Experiência do Método Street Law Clinics nas Clínicas da Universidade do Estado do Amazonas.

Autor(a) principal: Debora Lira de Lacerda (UEMA)

3. Grupo de estudos em Business and Human Rights da PUCPR como catalisador de impactos positivos para a sociedade e seus membros: um estudo de caso.

Autor(a) principal: Gabrielle Yuri Sasaki e Silva (PUC PR)

4. Formação de identidades profissionais: o potencial da experiência na Clínica de Direitos Humanos Luiz Gama.

Autor(a) principal: Flávia Sobrado (PUC SP)

09h00 - 10h30

ST7 - Metodologias Ativas e o Ensino Clínico do Direito

Cristina Figueiredo Terezo Ribeiro e Valena Jacob

Ementa

A metodologia do ensino clínico demonstra uma preocupação em ensinar o Direito mediante o estudo e a definição de diferentes estratégias de litígio em torno de um caso complexo e difícil, fazendo com que o discente torne-se protagonista do caso na eleição das ações a serem conduzidas. Pela observação das metodologias empregada por diversas Clínicas, principalmente aquelas executadas no âmbito da Rede Amazônica de Clínicas, verifica-se que elas foram criadas com a finalidade de promover a capacitação e qualificação dos discentes, para a atuação prática na área dos Direitos Humanos, contribuindo com a formação de uma consciência social, a partir da qual conceba o Direito como uma ferramenta de mudança social e de promoção de políticas públicas. Com efeito, elas são criadas com o intuito de oferecer apoio jurídico à movimentos sociais e organizações públicas, serviços de consultoria jurídica, formação e capacitação e desenvolvimento de pesquisas. A educação clínica representa uma filosofia e uma prática pedagógica, cujo método de ensino pressupõe interatividade e o fazer para aprender, como já comentado. Portanto, suas metodologias podem apresentar vários aspectos: resolução de problemas; análise jurídica e raciocínio jurídico; identificar e pesquisar temas jurídicos; investigação de fatos; habilidade de oratória; assessoria jurídica; negociação e mediação; conhecimento de procedimentos de litígio e resoluções extrajudiciais de controvérsias; organização e gerenciamento das atividades profissionais; identificar e resolver questões éticas da profissão. Diante de tal diversidade, a presente sessão temática objetivo debater as metodologias utilizadas pelas Clínicas Jurídicas, com o objetivo de caracterizar os modos de integração entre teoria e prática, especificando as metodologias ativas demandados pela Resolução n. 05 de 17 de dezembro de 2018, que instituiu as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Direito.

Apresentações

1. Atendimento online para regularização migratória e a instrumentalização do acesso à justiça.

Autor(a) principal: Aruan Duarte Guerra Fonteles de Lima (CESUPA)

2. Clínica de Direitos Humanos da Amazônia: da institucionalização à sua expertise em competições internacionais.

Autor(a) principal: Ana Carolina Girard Teixeira Cazetta (UFPA)

3. A extensão como comunicadora de direitos: a experiência do NEADH - UNIVILLE.

Autor(a) principal: Sarah Francine Schreiner (UNIVILLE)

4. As simulações de julgamentos em Direitos Humanos, como método de capacitação dos discentes na área do Direito Internacional dos Direitos Humanos.

Autor(a) principal: Rafaela Caroline Boiron Silvério (PUC PR)

11h00 - 12h30

ST2 - Clínica Jurídica e Direitos Humanos nos Campos da Migração e do Trabalho Digno (segunda sessão)

Carolina Spack Kemmelmeier e Anelize Maximila Corrêa

Ementa

Buscamos promover o diálogo entre clínicas jurídicas (consolidadas e em formação) e grupos que atuem em diálogo com o modelo clínico, como projetos de extensão, grupos de pesquisa, escritórios modelos, disciplinas curriculares e outras formas de trabalho que tenham como parte de suas atividades o tema dos direitos humanos em sua interface com as migrações e/ou o trabalho digno em suas variadas possibilidades. Observa-se no território brasileiro um cenário de contradições entre o discurso jurídico do trabalhador em geral e do migrante como sujeito de direitos e a realidade de violações e retrocessos, seja por parte dos Estado, seja dos atores privados, com intensificação da xenofobia e do repúdio aos direitos humanos. Desse modo, por meio do compartilhamento de experiências se espera construir um ambiente favorável para a formação de redes que permitam a consolidação dos temas da migração e do trabalho digno em sua interface com os direitos humanos no cenário do ensino jurídico, bem como das possibilidades de advocacy. Assim, em caráter meramente exemplificativo, são especialmente bem-vindos trabalhos sobre: a) as possibilidades de atendimento sócio jurídico de migrantes e trabalhadores em geral e suas articulações com o ensino, extensão e pesquisa; b) as práticas de interlocução para o mapeamento de pontos de vulnerabilidade e demandas desses sujeitos no território de atuação da clínica/grupo; c) as contribuições da clínica jurídica para a construção e aperfeiçoamento de políticas públicas no campo dos direitos humanos, fluxos migratórios e acesso ao trabalho digno.

Apresentações

1. Mutirão de atendimento aos refugiados da etnia Warao - Uma parceria entre a Clínica de Direitos Humanos do CESUPA com ACNUR e a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Estado do Pará.

Autor(a) principal: Sandro Júnior do Carmo Alves (CESUPA)

2. Contribuições da Clínica de Direitos Humanos no atendimento a imigrantes da PUCPR para obtenção de carteira de trabalho por imigrantes haitianos: um estudo de caso.

Autor(a) principal: Fernanda Oromi Lopes (PUC PR)

3. A Interface Pesquisa e Extensão sobre a Migração Feminina e Trabalho Doméstico no Âmbito da Clínica Jurídica.

Autor(a) principal: Flora de Moura Silva (UNIOESTE)

4. A Metodologia Clínica e a Promoção da Justiça Social por meio da Advocacy em Políticas Públicas Migratórias.

Autor(a) principal: Felipe Vidal Martins (UNIOESTE)

11h00 - 12h30

ST3 - Diálogos Interinstitucionais e Direitos Humanos (segunda sessão)

Luciana Santos Silva e João Paulo Fernandes de Souza Allain Teixeira

Ementa

O objetivo da presente sessão temática é debater experiências teóricas e práticas na tutela de direitos humanos a partir do ensino, pesquisa e extensão com fulcro na colaboração entre instituições. A construção teórica e as intervenções práticas na seara dos direitos humanos vêm exigindo a integração de saberes e experiências com base em uma visão multifocal que se traduz tanto na necessidade da multidisciplinariedade como também no diálogo interinstitucional com vistas à prevenção e combate de violações. Nesse sentido, as Clínicas Jurídicas e demais entidades que atuam no campo dos direitos humanos vêm construindo parcerias acadêmicas entre si e, também, com o Estado, ONGs, organismos internacionais e movimentos sociais. Esta sessão é relevante na medida em que visa fortalecer as parcerias firmadas em nome dos Direitos Humanos por meio do intercâmbio de práticas colaborativas.

Apresentações

1. Institucionalidad e instrumentalización sobre la violencia en contra de las mujeres en el Sistema jurídico mexicano.

Autor(a) principal: Brenda Jacqueline Pacheco Cuenca (Universidad Intercultural del Estado de Puebla)

2. O aporte das Clínicas de Direitos Humanos na ADPF 442.

Autor(a) principal: Mariana Silvino Paris (UNB e UFPR)

3. Mobilidade acadêmica: diálogos e trocas de conhecimento entre as Clínicas Jurídicas da UFOPA e UFPR.

Autor(a) principal: Laura Geovana Meireles da Silva (UFOPA)

4. O Coletivo “Assamblea Mundial por la Amazonia” e a Clínica de Direitos Humanos da UNIFAP: Diálogo Horizontal para a Promoção dos Direitos Humanos.

Autor(a) principal: Daize Fernanda Wagner (UNIFAP)

14h00 - 15h00

XI Encontro da Rede Amazônica de Clínicas Jurídicas

Evento fechado para representantes das clínicas da Rede Amazônica

16h00 - 17h30

Mesa de conferência: Direitos Humanos, educação e resistência nos tempos atuais: Desafios ao Ensino Clínico

Anna Venturini (CEBRAP), Mara Carvalho (Coletivo de Direitos Humanos da Via Campesina) e Larissa Vieira (Coletivo Margarida Alves)

Ementa

Ensino clínico para quem? É possivel ensino clínico sem permanência estudantil? Sem condições de saúde mental e autocuidado? Sem pensar a precarização do ensino?
19h00 - 20h30

Mesa de conferência: Direitos Humanos, Clínicas e Atuação desde o Sul

Jelena Dordevic (Coletivo Feminista de Autocuidado e Cuidado entre Defensoras de Direitos Humanos), Mariano Moreno (Aliança Latinoamericana de Clínicas Ambientais), Vista Eskandari (Rede Francófona de Clínicas Jurídicas) e Lise Tupiassú-Merlin (Rede Amazônica de Clínicas Jurídicas)

20h30 - 21h00

Lançamento da Rede de Clínicas Jurídicas + Assembleia das Clínicas Jurídicas

Cassia Nakano (Programa de Clínicas da FGV Direito SP) e Janaína Gomes (Clínica Luiz Gama - FD USP)

Em caso de dúvidas, entrar em contato com ivfncj@redeclinicasjuridicas.com.br

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